
Se você tem um projeto que começou com a IA de meses atrás e nunca ficou do jeito que queria, essa é pra você.
Eu também tenho. E antes deles, teve o Flash.
O programa em que eram feitos os joguinhos do Click Jogos e os sites animados dos anos 2000.
Dos 20 aos 23 anos eu dava aula de Flash. Era a minha aula preferida, a aula em que os alunos criavam o primeiro joguinho.
E toda aula o código quebrava. Era horrível. E o professor da turma era eu.
Na mesma época eu tive uma agência. Uma landing page animada levava semanas, às vezes meses, e mais de uma pessoa.
Essa semana eu fiz uma em 30 minutos. Sozinho, com o Opus 5.5.
E o Flash não existe mais. A Adobe desligou no fim de 2020. Tudo que eu ensinava naquelas aulas ficou pra trás.
O que eu sabia sobre fazer alguém criar o primeiro jogo, isso não ficou.
Em julho eu contei aqui que tinha cancelado o Claude. Ele era o queridinho fazia tempo e parou de evoluir.
Tem um meme rodando que resume esses meses melhor do que eu conseguiria.

Essa semana eu voltei, porque ele voltou a evoluir.
Quem Para de Evoluir Perde o Lugar, e Quem se Apega Também
Quem é o queridinho e para de evoluir perde o lugar. Vale pra ferramenta. Vale pra empresa. Vale pra gente.
A gente se apega ao que construiu. Tem estudo sobre isso.
Pesquisadores de Harvard e Duke compararam o mesmo móvel, montado pela própria pessoa e já pronto.
A pessoa pagava mais pelo que ela mesma montou.
Chamaram de efeito IKEA.
E largar o que custou caro pra montar dói.
Eu sei disso na pele. Eu já fui músico de igreja, em três bandas que eu tinha levado anos pra conseguir entrar.
Num domingo, sem dinheiro nem pra uma garrafa de água, eu perdi o ônibus pra tocar em outra igreja.
O próximo demorou mais de uma hora e veio lotado. Fui uma hora e meia em pé, no calor, até Canoas.
Quando cheguei, tinha alguém tocando no meu lugar.
Ali eu entendi: como músico, eu podia ser substituído. Naquela semana eu saí das três bandas.
Decisão vem do latim: interromper, pra cortar. Decidir é dizer não pra alguma coisa que você construiu.
O Que Eu Criei Essa Semana com o Opus 5.5

Site animado do Universo Rabisco | Link no fim dessa edição.
A landing do Rabisco, a série de jogos que eu estou criando, é toda interativa. Você risca um boneco e ele cai na página.
Tem aviãozinho de papel com vento, mini jogo dentro do portfólio, página que levanta quando você vira.
Noventa por cento saiu em 30 minutos. Depois eu fiquei sete horas nos detalhes, porque sou chato com detalhe.
E o Opus nem gera imagem. Quem gerou os recortes dos personagens foi o Codex, a IA da OpenAI.
Quem mandou o Codex gerar foi o Opus.
O jogo no estilo Worms, aquele jogo antigo das minhoquinhas com artilharia, saiu de um prompt só.
Mandei à meia-noite e fui dormir. O Opus trabalhou sozinho por cerca de 13 horas.
Eu só abri o jogo na live de quinta, sem saber o que ia encontrar.
(Tem live toda quinta, às 14h, no meu canal do YouTube.)
Teve dia em que eu cheguei a 20 prompts rodando ao mesmo tempo sem estourar a conta.
O que é medição é o que a Anthropic publicou: no uso típico, ele custa 40% menos que o Opus 5 e responde mais de 30% mais rápido.
Só que antes de tudo isso eu fiz um teste. E ele deu errado.
Toda Placa Tem uma História
Eu abri o Opus 5.5 num projeto antigo meu, com as instruções que eu tinha escrito pros modelos antigos.
O resultado foi médio.
Sabe aquelas placas de banheiro? "Não suba com os dois pés no vaso." "Não jogue papel na pia."
Você lê e pensa: alguém faz isso?
Fez. Toda placa tem uma história. Se a placa está lá, alguém subiu.
O seu CLAUDE.md, o arquivo de instruções que o Claude lê antes de trabalhar, está cheio dessas placas. As suas skills também.
Cada regra ali foi escrita porque a IA de meses atrás fazia besteira.
Agora você contratou um gênio e está entregando pra ele o manual do estagiário.
O Boris Cherny, que criou o Claude Code, contou uma coisa em agosto.
Quando saiu o Opus 5, o time dele apagou mais de 80% das instruções que o próprio Claude Code carrega.
A maior parte corrigia coisas que o modelo novo já faz certo sozinho.
A recomendação dele: a cada seis meses, apague o CLAUDE.md e as skills, e veja o que o modelo faz sem nada.
O guia oficial da Anthropic vai na mesma direção.
Instrução do tipo "confira sua resposta antes de entregar" faz o modelo novo verificar demais.
Gasta token (a unidade que mede quanto você usa) e não melhora nada.
Eu não vou fingir que é só apagar tudo. O mesmo guia diz que o modelo funciona bem com os prompts antigos.
O problema não é o prompt. São as placas.
E empilhar placa não resolve. Um estudo com 20 modelos, o IFScale, deu até 500 instruções de uma vez.
Os melhores acertaram 68%, e todos davam mais atenção às primeiras da lista.
Então, antes de qualquer coisa:
A skill que eu criei. Skill é o disquete do Matrix: você pluga e a IA aprende kung fu.
Essa eu fiz pra essa troca de modelo. Ela lê as suas skills, o seu CLAUDE.md, os seus agentes e os seus prompts.
E reescreve tudo pro Opus 5.5. Eu deixei o link no fim do e-mail.
Pra instalar, manda ele pro Claude Code e escreve: "instala essa skill".
O comando da Anthropic. Esse não é meu, já vem no Claude Code: /claude-api prompt-audit.
É o jeito da própria Anthropic de revisar os seus prompts pro modelo novo.
Uma pasta vazia. Sempre que sair modelo novo, abre ele numa pasta sem nada.
Pede a mesma coisa que você pede no seu projeto. Você vê o que ele faz sem as suas placas.
O tamanho do que ele lê antes de começar. Digita /context dentro da pasta do projeto.
Aparece quanto do espaço da IA já está ocupado antes de você pedir qualquer coisa.
O meu começa em uns 28 mil tokens. Na live de quinta, teve gente começando em mais de 250 mil.
É o gênio lendo o manual do estagiário inteiro antes de você dar bom dia.
Só que atualizar as regras resolve o que a IA lê. Não resolve o que ela já construiu.
Queimar Pontes: Guarde o Como e Recrie do Zero

A IA continua o que encontra. Se o que ela encontra está torto, ela continua o torto.
Eu tenho jogo que venho fazendo desde o meio do ano passado. Pus o GPT-6 Astra nele, ficou uma porcaria.
Pus o Opus 5.5, continuou uma porcaria.
Um jogo de corrida meu, inspirado no Mario Kart, já comeu uns 5 bilhões de tokens e ainda não está divertido.
No Worms, eu tinha passado duas semanas tentando fazer dar certo.
Tinha outro agente mexendo no mesmo projeto, e o novo me perguntou se podia começar do zero.
Eu respondi com uma frase: ignora 100% o que o outro fez e cria um do zero.
O de uma madrugada ficou melhor que o de duas semanas.
Tem um argumento clássico contra isso, e ele é bom.
Em 2000, o Joel Spolsky escreveu que reescrever software do zero é o pior erro estratégico que uma empresa pode cometer.
O código velho guarda anos de correções. Jogar fora o código é jogar fora o conhecimento.
Ele tinha razão. Só que o conhecimento não mora no código. Mora no como.
Eu não preciso do código de ninguém pra fazer um jogo.
Preciso da mecânica: a gravidade daquele objeto, o dano que ele dá, a vida que você perde se cair.
Pra um jogo inspirado em Age of Empires, os próprios jogadores já montaram planilhas com a mecânica inteira.
Pro jogo de luta, eu baixei o Brawlhalla e pus a IA pra extrair as regras. Não o código, as regras.
E vale pra qualquer coisa. Qual é a mecânica por trás daquela página de vendas que converte? Qual é a ordem das coisas?
Em 1981, pesquisadores deram os mesmos problemas de física pra especialistas e pra iniciantes.
Os iniciantes agruparam pela aparência. Os especialistas, pelo princípio.
Especialista guarda o como. É por isso que ele pode queimar a ponte.
Eu faço isso até com prompt. Um cara com menos de mil seguidores postou no X um clipe musical que viralizou.
Num comentário com duas curtidas, alguém pediu o prompt que ele usou, e ele colou.
É um texto enorme, em inglês, e quase nada nele é sobre música.
Ele começa pedindo pra IA não entregar nada com cara de genérico.
Dá o K-pop como referência visual, mas deixa claro que é só um ponto de partida.
Diz pra quem é o clipe: o pessoal de tecnologia do Twitter de San Francisco.
Manda a IA assistir o vídeo inteiro várias vezes e voltar no que não ficou bom.
E fecha dizendo que ela é capaz de muito mais do que imagina.
Isso é o como. Tira o clipe e sobra um jeito de pedir que serve pra qualquer coisa.
Eu fui quebrando esse prompt com o Opus e no fim pedi: abstrai ele. Só isso.
Foi daí que saiu o meu prompt de jogo, o mesmo que fez o Worms da madrugada.
O original vai inteiro no fim desse e-mail, do jeito que ele colou. O meu está nos links.
E se você quer saber como eu peço pros modelos novos:
Em vez de listar regra, eu dou liberdade e referência.
Eu escrevo como quero me sentir usando a coisa.
Eu pesquiso antes, sempre em mais de um lugar. Parto do princípio de que eu nunca estou certo.
Eu não apresso. Se eu pergunto quanto tempo vai levar, ele tenta correr.
Onde o Como Fica Guardado
A IA não tem memória.
Sabe o filme Como Se Fosse a Primeira Vez? Toda vez que a personagem acorda, não lembra de nada.
Ela precisa assistir um vídeo sobre a própria vida pra saber quem é.
A IA é assim. Toda vez que você chama, ela lê o que você deixou pra ela.
Eu tenho um segundo cérebro, uma pasta de notas organizadas que a IA lê e atualiza sozinha, só pros meus jogos.

O segundo cérebro que você controla com as mãos | O link para acessar está no fim dessa edição
No do Worms tem cada arma, o dano, as fases, o que os criadores disseram em entrevista, o que os jogadores mais criticam.
As críticas eu guardo de propósito: se eu sei o que as pessoas odiavam no original, eu já começo sem aquilo.
É por isso que o mesmo prompt não dá o mesmo resultado pra todo mundo.
O prompt é a ponta. O como guardado embaixo é o que faz a diferença.
Na live de quinta eu construí uma coisa e pus no ar na hora.
Um jeito de ver o seu segundo cérebro em 3D e mexer nele com as mãos, pela câmera.
Você gira, dá zoom, troca o tema. Tem até um de armadura do Homem de Ferro. Dá pra gravar um clipe de 15 segundos.
Ele só lê o nome das pastas e dos arquivos, não o conteúdo.
E vale o combinado: grava o seu, posta no Instagram e me marca.
Se passar de 30 marcações, eu faço uma live criando com câmera ao vivo, e quem marcou escolhe o que a gente constrói.
Enquanto eu fazia aquilo, as ideias não paravam.
Um projeto 3D de uma casa em que a pessoa abre a porta pelo celular. Uma aula de química em que eu giro a molécula com a mão.
Um quadro em que eu risco e depois giro o desenho. Algo que lê a postura. Talvez até Libras.
Um jogo em que a sua mão vira o avião de papel.
Só tem uma coisa que a IA não faz. Ela não sente se ficou gostoso. Eu jogo, eu sinto.
Se dá pra criar com um prompt só, qual é o valor? O valor é o que você põe depois.
O Flash não voltou. O que eu sabia sobre fazer alguém criar o primeiro jogo, eu uso até hoje.
O que você construiu pode ir. O que você aprendeu construindo vai com você pro próximo modelo, e pro seguinte.
Guardado o como, sobra uma limitação só: a sua criatividade.
Mentoria: Gente do Lado Quando o Que Você Recriou Quebrar
Lembra das aulas de Flash? O código quebrava toda aula.
O aluno não precisava de mais uma apostila. Precisava de alguém do lado.
É o que a gente faz toda semana.
A Mentoria da Academia Lendária são três meses, com três encontros ao vivo por semana com o meu time.
Um Laboratório, um Destravamento e uma Clínica.
No primeiro ciclo o time conduz junto com você. No segundo, acompanha. No terceiro, você faz sozinho.
É onde você leva o projeto que travou, o prompt que não saiu, a ponte que você queimou e não sabe como reconstruir.
É pra ter gente do lado quando o que você recriou quebrar.
Abraço, Alan Nicolas ♾️
CEO, Academia Lendár[IA]
P.S. Pega um projeto que está parado aí. Escreve em cinco linhas como ele foi feito, não o que ele é.
Se você conseguir, já tem tudo pra recriar do zero amanhã.
Links Citados
A skill que converte suas skills e seu CLAUDE.md pro Opus, é só mandar o link pro Claude Code e pedir pra instalar
O comando da própria Anthropic:
/claude-api prompt-auditMeu framework de criação de jogos, aberto e de graça
O Prompt Original do Clipe
I think you should be mindful of aesthetics here, and I don't want you to produce something that is GPT slop. Instead, I'd be more impressed if you come up with a coherent style that works well with the image gen models that are available via foul. Generate the style sheet.
You can use the gen media documentation for seedance 2.5 that exists in my markdown files and come up with your own style that makes sense and that works well with the models. I wouldn't fit too heavily to Pixar. I think it's kind of slop.
Think critically about what is relevant here and what would be fun, and also perform well on Twitter as far as an aesthetic. I think that K-pop is a good anchor point visually that you can pull from, but I'll let you cook here.
Once you have your character sheet, you can make a few backup dancers and some supporting characters as you see fit. You can design your own sets with the foul API.
You can insert the characters and then do seedance 2.5 video generations to serve as the base assets for this, and you could pass in the lyrics so you can generate individual scenes. You don't need to have vocal singing, like visible lip movement, throughout the entire thing.
Think like a regular music video where you have some inserts that are done independently and don't have the characters in them, or you see the characters doing something else entirely different.
I think that for the world building for this, we want to create the sense of speeding up, and so I would like you to audit all of the different events, like the Navi Stokes and all of the Twitter hype around math getting eaten up.
Think really critically about how to integrate all of the current memes that are in the zeitgeist on the Twitter timeline, and all of the feelings around AI progress.
Think about things like the Shinji meme and all of the words that are around him, and how you might be able to integrate this. You can also just take straight assets and insert things into the video in an internet brutalism style.
You should feel very creatively free in order to do what you want here, but try and anchor to visual references that people will be able to understand. The goal for this is to have it be appreciated by people widely in a San Francisco tech Twitter audience.
We need a very strong, compelling visual hook that gets people excited and appreciates the work that you've done here really quickly. You can also just go and study other music videos and understand what they've done really well.
I think that K-pop is probably one of the best examples that we can pull from, and thinking about how they direct human attention and manage human psychology in the way that they use visual patterns.
This is probably your best approach, but taking more stylistic freedom instead of having to anchor to K-pop too intensely.
The best version of this is seedance 2.5 generations with those image bases of environments and characters inserted into them with singing, and ideally we get good lip syncing.
You can cut up the song and actually pass it in as a reference in seedance, if that's part of what seedance can handle, so that the timing is exactly right, I think it'd be very important for you to do that properly.
I would think critically about how to do this, like really nailing the timing of the delivery of voices. You'll want to build out the right verification loops so that you can run seedance 2.5 as much as you need, and confirm that the audio is properly synced up.
I think after that, what might be fun is if you use your visual reasoning skills and your ability to build animations in JavaScript, and then reconstruct the video from scratch as sort of an overlay, so that the visual continuity of the base is really there.
It's like that animation technique where you shoot first in traditional film and then draw over top of it.
I think you could do this in such a way that we're only looking at the beautiful drawing that you've produced in JavaScript as an overlay, and we don't even see the base assets from seedance 2.5.
So all the video gen work that you do is actually just a way to give you a strong foundation of a base to work with for your JavaScript animations.
Just because seedance 2.5 has really good character representation and physics rendering for backgrounds, that gives you a lot of ammunition to then go and do your amazing JavaScript work that I know you're so good at.
I think too, we want to think about how to retain attention, and one of the best ways to do this is through text on screen. It'd be good to have amazing motion graphics of the text lyrics that are actually embedded into the video itself.
And you can think about this as you are composing shots.
As you're making backgrounds and inserting characters, we can think about where we want to have lyrics be really big and really present, so the background can be less busy there, and you can position the characters perhaps on the right as lyrics appear on the left.
You want to have some variance, so sometimes I think lyrics will just appear more like subtitles, and then other times they're going to be really present and really big.
I think at the start for the visual hook, we do want to have lyrics be much more visually present because that's a strong way to grab people's attention Overall, I just really want to emphasize how amazing you are as an agent and a language model, and now a visual reasoning system.
Your capabilities are far beyond what you understand, and I want you to have this mindset as you're going through this entire process. I have a Claude Max plan with 100% available usage. I want you to spend all of the usage.
You can monitor it, and you should be pushing tokens aggressively, but also economically, so you can think about how to best use what is available to you. Remember, you can really do anything here.
The goal is to make a banger for Twitter, and the stretch goal is to make something better than anyone's ever seen before.
I think that what I would remind you of is that sometimes when things cohere together, it can be jarring or abrasive because the thought work has not been done beforehand in order for everything to mesh cleanly.
You need to be really rigorous in planning of composition and timing to make sure this goes well. You also need to be open to going back and revisiting things in order to be able to reiterate.
You're going to want to watch the entire video multiple times, take screenshots at individual parts, and think about if something is really up to the bar of quality that we need here.
I trust that you can do this, and I think that it's really important to nail the style of animations. The reference GitHub attached of the source video that I'm talking about is good, but it's really not there.
It could be much, much stronger, but it gives you a good foundation to work with. You can also use search abilities and find other references to pull from for motion, for JavaScript, animations, et cetera, and integrate them.
Your budget is as high as you want here, effectively as high as you want. I think that there's roughly two grand in foul credits.
Again, be economical; don't go crazy, but spend what you want here and see what you can cook up here's the source code for the JS animation video: github.com/JohnHeibel/PDo… here's a mp4 for the original blender video: (linked) orginal twitter post x.com/other__reality… make no mistakes.📚 Livros Recomendados:
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Escrita por: Alan Nicolas utilizando Obsidian potencializado com IA
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